Para os butequeiros de plantão temos sempre à disposição:cerveja gelada....espetinhos variados,saladas,paçoca de pilão,tropeiro,caldo e a carne de sol na brasa,maravilhosa.Esta meu "amigo" você tem que experimentar, opa.. espera aí.Só experimentar não, tem é que comer mesmo.A carne é boa demais.Aliás aqui tudo é bão.Pra ficar melhor só tá faltando você.
Vem logo estamos te esperando.
Nosso bar se localiza em Formosa-GO Rua: Olímpio Espindola, 270 Setor Ferroviário. Ponto de referência é a igreja Cristo Rei.
Entendendo um pouco mais.
“Há que junto com o cordel sempre tem uma figura,o que danada é essa imagem chamada xilogravura?” Costuma-se associar o folheto à ilustração em xilografia que aparece em sua capa. Mas estas ilustrações são relativamente recentes. De início, o folheto apresentava na capa apenas a indicação da autoria, o título e um ou outro ornamento tipográfico. Na contra capa, vinha o endereço do autor, que quase sempre era também o vendedor de seus folhetos. As capas dos folhetos são tingidas em tons de verde, amarelo, rosa e azul e trazem uma xilogravura ““ resultado da impressão feita com uma espécie de carimbo talhado numa matriz de madeira. A técnica já era conhecida na antigüidade e foi utilizada na Europa no século XV para ilustrar cartas de baralhos e imagens sacras. De lá veio para o Brasil em 1808, com a Imprensa Real Portuguesa. No nordeste, a arte alcançou tamanho destaque que muitos xilogravuristas se tornaram famosos tanto quanto os autores dos versos. Artistas como os pernambucanos J. Borges e Silva Samico que são conhecidos em todo o mundo. O primeiro, apontado como um gênio da arte popular, já percorreu vinte países europeus, onde ministrou oficinas e palestras sobre xilogravura e cultura do cordel com ajuda de tradutores. Já Samico foi professor de xilogravura na Universidade Federal da Paraíba e teve 200 peças de sua produção reunidas em exposição na pinacoteca de São Paulo, em setembro de 2004.
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